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CONHEÇA O QUE JÁ FOI PUBLICADO
SOBRE VIÇOSA
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Passagem de volta |
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Denis
Portela de Melo, 1995 |
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A
“passagem de volta” que o autor propõe
no título é um bilhete premiado para
quem se interessa pela história de Viçosa.
Enquanto evoca suas memórias de menino, filho
de prefeito, traz relatos preciosos sobre fatos que
marcaram a vida da cidade. Denis, neste seu primeiro
livro, consegue transformar tanto a chegada do trem
quanto a do carrossel em crônicas encantadoras.
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| Viçosa
de Alagoas
O Município
e a Cidade |
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| Alfredo
Brandão, 1914 |
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Viçosa
de Alagoas é o livro que todo viçosense
deveria ter em casa.
Foi o primeiro registro minucioso da história
da cidade, publicado em 1914 e jamais reimpresso.
De tão completa e original, a obra virou
referência. Depois dele, todos que falaram
- e ainda falam - sobre Viçosa, têm
como base os escritos de Alfredo Brandão.
Por causa de sua magnitude, amigos de Viçosa
como Aldo Rebelo, Denis Portela de Melo e Sidney
Wanderley resolveram republicá-la.
E aqui estamos, 91 anos depois,
com a versão fac-similar do que antes era
um livro de acesso restrito. E, mais do que a
nova versão impressa, a versão para
os internautas: nesta página você
encontra disponível o texto na íntegra
de Viçosa de Alagoas, um verdadeiro presente
para os amantes de história.
Editora
Plátano, São Paulo, 2005
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Cartas
de Octavio Brandão - Memória
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Org.
José Roberto Guedes de Oliveira |
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Desvendado
mais um capítulo da imensa obra deixada pelo
viçosense Octavio Brandão. Nas cartas
reunidas pelo pesquisador José Roberto Guedes
de Oliveira, os amigos de Viçosa vão
encontrar, por exemplo, a missiva destinada a Théo
Brandão, na qual Octavio pede um exemplar
do Álbum do Centenário de Viçosa
para seu “primo Theotonio”. Outra informação
que nos ajuda a compreender o apego de Octavio Brandão
à sua cidade natal é a recomendação
que ele faz à filha Valná quando esta
viaja para Alagoas: “Saudar, em meu nome,
o rio Paraíba”.
Editora
da Universidade Federal
de Santa Catarina,
2005
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Chronicas
alagoanas |
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Alfredo
Brandão, 1939 |
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Neste livro, Alfredo Brandão
evoca a história, as lendas e os mitos para
traçar um quadro de Alagoas e de seu povo.
Nos capítulos iniciais descreve as origens
de Alagoas e de Maceió e sustenta que as
primeiras terras vistas por Pedro Álvares
Cabral foram as alagoanas. Depois, passa a desvendar
segredos, como por exemplo quem foi o sr. Paulo
Afonso que deu nome à cachoeira ou as intrigas
de amor entre a lagoa Mundaú e o mar. Nas
notas finais sobre o folclore alagoano, o leitor
encontra um arsenal de contos curtos e fáceis
que podem ser lidos para as crianças de todo
o Brasil.
Casa
Ramalho Editora, Maceió.
Texto
integral disponível,
com grafia original preservada
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Combates
e Batalhas - Memórias
1º Volume
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| Octavio
Brandão |
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O autor, que foi o primeiro tradutor
do Manifesto Comunista para o português, faz
uma belíssima descrição e arguta
análise da cidade de Viçosa neste
seu livro de memórias.
O
texto começa com a contestação
da origem da cidade a partir da cruz de Cristo:
“Viçosa de Alagoas, como todo o Brasil,
nasceu há milênios, com a comuna primitiva
dos índios”.
A
paisagem social da cidade, no início do século
XX, é reconstituída a partir do seu
olhar de militante do movimento operário.
Quando Octavio Brandão fala sobre os ingleses
que construíram a estrada de ferro, ele não
se esquece do quanto os capitalistas exploravam
e oprimiam os trabalhadores. E também não
se esquece de que esse choque de interesses originou,
em meio à população, “um
antiimperialismo primitivo, espontâneo, instintivo”.
Editora
Alfa-Omega,
São Paulo, 1978
Trecho
do Capítulo I – Os formadores iniciais |
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De
Riacho do Meio a Viçosa de Alagoas |
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Sidney
Wanderley, 1985 |
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O
poeta viçosense mostra a cidade num formato
bem-humorado, em vocábulos de A a Z. As informações
são reveladas a partir de um minucioso trabalho
de pesquisa que o autor empreendeu nos jornais da
cidade que circularam de 1873 a 1957 e também
em dezenas de livros publicados sobre Viçosa.
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O
coco de Alagoas |
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Aloísio
Vilela, 1951 |
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Um
histórico completo do Coco de Alagoas,
dança de roda acompanhada por cantos que
nasceu, segundo o autor, entre os negros de Palmares.
O estudo foi apresentado ao Primeiro Congresso
Brasileiro de Folclore (1951/RJ) e foi a referência
para Luís da Câmara Cascudo criar
o verbete “Coco” em seu Dicionário
do Folclore Brasileiro.
Museu Théo Brandão/UFAL,
Maceió, 3a. ed., 2003
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O
que escrevi
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Emerson
Loureiro Jatobá, 2005 |
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O
engenheiro que assumiu a prefeitura de Viçosa
em 1957 reuniu muitos de seus artigos, discursos
e trabalhos nesta obra, que leva o título
certeiro de “O que escrevi”. Aqui
você encontrará os textos sobre a
sua cidade natal, Viçosa.
Editora
Brasileira de Guias Especiais,
Recife, 2005
Textos
selecionados
Reprodução
autorizada pelo autor
com exclusividade para esta página
em março de 2005
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O
sonho do Zé da Feira |
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José
Alves Feitosa |
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O
autor fala, “em versos espontâneos”,
de seu sonho de justiça para os trabalhadores
brasileiros. José Alves Feitosa, o Zé
da Feira, nasceu em Paulo Jacinto e desde menino
acompanhava seu pai pelas feiras da região
– a de Viçosa acontecia aos sábados.
Nas feiras, enquanto o pai vendia os calçados
que fabricava, o menino prestava atenção
nos violeiros e cantadores. Assim nasceu seu apelido
e sua aptidão para o jornalismo e para a
poesia popular. Passou a infância e a juventude
em Viçosa. Trabalhou nos grandes jornais
de Alagoas. Seu trabalho “é o tipo
de poesia que verdadeiramente existe, a poesia com
uma função social”, segundo
o prefácio de José Maria Tenório
da Rocha.
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Apoio
do Sindicato dos Jornalistas Profissionais
do Estado de Alagoas
Maceió, 1983
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República
de Palmares
Pesquisa e comentários em documentos
históricos do século XVII |
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Décio
Freitas |
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A
obra apresenta documentos sobre Palmares que o
historiador pesquisou em arquivos portugueses
durante a década de 70. Na época,
como a fotocópia era um serviço
caro, Décio Freitas chegou a copiar à
mão vários documentos que interessavam
à sua pesquisa. O resultado do trabalho
foi parar na Universidade Federal de Alagoas graças
à Gilberto Freyre, história que
o próprio autor conta na apresentação
do livro. Destacam-se os documentos que relatam
detalhes da captura e morte de Zumbi, em local
que hoje sabemos ser a Serra Dois Irmãos,
em Viçosa.
Edufal
(Editora da Universidade Federal de Alagoas)
2004
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S.
Bernardo |
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Graciliano
Ramos, 1934 |
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O
escritor alagoano, que passou parte da infância
em Viçosa, escreveu um de seus mais célebres
romances utilizando a cidade como pano de fundo.
Para quem ainda não leu S. Bernardo, nem
em português e nem em algum dos oito idiomas
para os quais foi traduzido, vai uma dica sobre
a história. Quem fala é o personagem
principal, Paulo Honório, logo no quarto
capítulo:
“Resolvi estabelecer-me aqui na minha terra,
município de Viçosa, Alagoas, e logo
planeei adquirir a propriedade S. Bernardo, onde
trabalhei, no eito, com salário de cinco
tostões”.
Editora Record, 80ª edição,
Rio de Janeiro, 2004
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Três
Vozes Nordestinas |
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Sidney
Wanderley, 2001 |
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O
autor mostra um pouco e da vida e da obra de três
nomes da literatura popular de Viçosa: o
boêmio Zé do Cavaquinho, o violeiro
Manoel Nenen e o sapateiro poeta Antonio Aurélio
de Morais.
Escrituras
Editora e Distribuidora de Livros Ltda.
São Paulo, 2001
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Viçosa
Cidade das Alagoas |
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Elói
Loureiro Brandão Sá |
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O
autor entregou-se, durante mais de vinte anos, a
pesquisas e entrevistas que culminaram com a publicação,
em 2001, de Viçosa Cidade das Alagoas. A
obra figura, ao lado de Viçosa de Alagoas,
de Alfredo Brandão, como essencial para o
conhecimento da história da cidade. Sublinhe-se
que Elói Loureiro Brandão Sá
é sobrinho de Alfredo Brandão.
O livro foi editado com o apoio do Senador Teotônio
Vilela Filho e da Prefeitura de Viçosa, administração
de Flaubert Pimentel Torres.
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Velhos
Caminhos de Viçosa |
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Elói
Brandão Sá, 1976 |
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Estudo
original que reconstitui os primitivos caminhos
de Viçosa: o caminho da Serra Dois Irmãos
(Leste), o caminho do Ocidente ou do Sertão,
o caminho da Vila da Imperatriz (Nordeste) e o caminho
da Vila de São João de Anadia (Sul).
O autor se fixa na importância desses caminhos
para o desenvolvimento econômico e social
da cidade. Por eles eram transportados o açúcar,
o algodão, o gado. E também as pessoas
– moradores de casas de engenho ou casebres
de palha – percorriam os mesmos caminhos,
sem distinção, para conduzir pesadas
cargas ou ir a festas. Leia, do mesmo autor, “Viçosa
– Cidade das Alagoas”.
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Em
breve, texto integral disponível |
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